A decisão de matrícula não acontece num clique — ela percorre semanas de pesquisa e conversa em família. Estruturo o funil completo para acompanhar essa jornada e converter interesse em matrícula de verdade.
A maioria das escolas investe em tráfego pago só nos picos de captação — janeiro e julho — e abandona o relacionamento com os leads nos meses de silêncio. Quando a janela de matrícula reabre, começa do zero.
O resultado: custo por matrícula alto, previsibilidade baixa e dependência total do volume de verba no período de campanha. O funil quebrado está entre o clique e a decisão da família — e isso não aparece no relatório de campanha.
Cada instituição tem seu perfil de aluno, sua região de atuação e seu momento de captação. A estratégia começa pelo diagnóstico, não pela campanha.
Uma instituição de ensino tinha boa presença digital e gerava leads com regularidade, mas não conseguia transformar interesse em matrícula. O funil estava quebrado entre o clique e a decisão da família.
Mapeamos os pontos de abandono, reestruturamos as campanhas por etapa da jornada e criamos uma régua de nutrição pós-contato. Também desenvolvemos um calendário editorial para manter o engajamento nos períodos entre captação.
Me conta sobre a sua escola e o momento atual da captação. A primeira conversa é gratuita.
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